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Constituído com o
propósito de regularizar a aplicação deste novo
instrumento de justiça, coube ao Tribunal de Mediação e
Arbitragem do Estado do Rio Grande do Sul - TMA/RS,
organizar e disciplinar uma postura Institucional, hoje
reconhecida e servindo de referência para ser implantada
nos demais Estados da Federação, capaz de disciplinar a
correta aplicação da Lei Federal 9.307/96.
O TMA/RS e as suas
Seccionais surgiram como resultado de ampla mobilização,
congraçando líderes comunitários em diversos municípios
do Estado do RS, os quais, interpretando os aspectos
propositivos e transformadores constantes na
Lei Federal 9.307/96, fundamentaram a existência
deste Instituto, constituindo-o como um legítimo Fórum
de Justiça Comunitária.
O TMA/RS, que se faz
presente em inúmeros municípios do Estado do RS, onde,
através das suas Seccionais, milhares de demandantes
encontram soluções para os seus litígios, diferencia-se
das demais Instituições pela sua filosofia de trabalho e
na aplicação da Lei Federal 9.307/96, o que se faz
refletir nos procedimentos adotados no Rito Processual,
no atendimento aos Demandantes ( Requerente e Requerido)
e na forma como são conduzidas as Audiências de
Instrução e Conciliação, valorizando a efetiva
participação dos Demandantes, com vistas a construção do
entendimento e conciliação dos interesses
momentaneamente divergentes, consolidando este acordo
por Sentença Homologatória Arbitral.
O nosso verdadeiro objetivo enquanto Instituição, é velar pela correta aplicação deste instrumento,
fortalecendo princípios e postura institucional sólida,
o que é condição fundamental para que seja adequadamente interpretado pela população,
assegurando mérito e credibilidade ao Instituto da
Arbitragem e da Justiça Comunitária.
A preocupação com a
postura institucional, e com a regularidade na aplicação
da Lei Federal 9.307/96, é levada
a efeito pela adoção de um Rito Processual consolidado,
aplicável em todos as suas Seccionais, onde os Juízes
Mediadores atuam orientados por um Regulamento de
Processos, disciplinados por um Código de Ética, e
auditados por uma Corregedoria.
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