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PALAVRA DO PRESIDENTE

A luta por um mundo melhor, mais justo, mais humano e mais solidário é uma causa pela qual lutam todos quantos estejam mais sensibilizados e conscientes quanto `a sua razão existencial.

A nossa presença neste mundo, para vivenciarmos um ciclo existencial, nos coloca como pedreiros na construção de uma grande obra.

Mas nem todos pensam assim.

Alguns vivem uma vida contemplativa, passivos frente aos problemas e à necessária busca de soluções; outros escolhem o caminho da pura e simples contestação, são críticos permanentes, eventualmente apontam soluções, mas poucas vezes colocam sentido prático para as idéias que defendem. Nos escolhemos o caminho da ação, do mãos-a-obra para construir.

Assim entendo o ideal de todos quantos estão trabalhando pela construção deste novo instrumento para a aplicação da justiça.

Não estamos apenas propondo uma alternativa. Estamos construindo uma alternativa. Estamos ao mesmo tempo repensando os conceitos do viver em sociedade. Sim, na medida em que um grupo de cidadãos reúne-se, assume consciência em relação a uma Lei, qualifica-se e passa a exercitá-la como instrumento, constituindo verdadeiros Fóruns, onde se pensa e se pratica a busca da justiça, da equalizaçao das diferenças, onde o objetivo é o viver em  harmonia em comunidade. Estamos, sem duvida, construindo algo novo e transformador.

Não estamos propondo substituir o valoroso e insubstituível oficio desenvolvido pelo Judiciário Estatal. Ao contrário; em cada cidade onde constituímos um Fórum de Justiça Comunitária em uma Seccional do TMA/RS, o Juiz de Direito daquela comarca encontra, nos membros do TMA/RS, pessoas ainda mais conscientes e preparadas para valorizá-lo e apoiá-lo no árduo oficio que ele desenvolve. Além disso, pelo trabalho desenvolvido pelos Juízes Mediadores, ao atenderem os conflitos que estão sob sua esfera de competência, desafogam o Judiciário Estatal, permitindo que este atenda, com ainda mais critério e atenção, aquelas que são as grandes mazelas sociais, entre estas, os processos criminais e que envolvam a infância e adolescência.

Não estamos propondo, tampouco, desconsiderar a importância e o papel dos Advogados, os quais, nos Fóruns de Justiça Comunitária, continuam a ter papel relevante na assistência dos seus clientes, respaldando-os com os seus conhecimentos e saber jurídico,  esclarecendo-os dos seus direitos.

Como cidadãos propositivos que somos, que entendem da importância em construir uma nova ordem social, mais justa, mais humana e mais solidária, onde todos tem um papel a cumprir, estamos propondo e construindo um novo modelo. Este novo modelo de sociedade não pode prescindir de cidadãos mais conscientes, mais participativos, com atitudes propositivas.

Esta é a contribuição que está oferecendo este movimento comunitário que deu origem ao TMA/RS. Pela atuação dos cidadãos, estes na condição de Juízes Mediadores, e os que eventualmente em litígio, quando assumem e vivenciam a sua defesa, equalizando, aproximando a sua verdade com a verdade dos que em conflito, assumimos todos um novo estado de consciência. Este é um caminho para o tão propalado e desejado exercício da cidadania. Da atuação dos Fóruns de Justiça Comunitária não só resultam soluções legais, pois respaldadas numa Lei Federal, mas sociologicamente adequadas.

Esta é a mensagem que pretendemos fortalecer. Demonstrar para a sociedade que a atuação do TMA/RS, hoje presente em expressivo número de   municípios do Estado do RS, constitui  um verdadeiro e legitimo instrumento para o exercício da cidadania.

Pela participação das lideranças que compõe os diferentes segmentos da sociedade, também comprometidos com nobres ideais, fortalecemos nossa convicção de que estamos construindo algo que nos coloque na condição de verdadeiros pedreiros, artífices na construção de um mundo melhor, mais justo, mais humano e mais solidário.

Que assim seja.  

Roque Noli BAKOF

Presidente do TMA/RS – Justiça Comunitária.

 

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